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domingo, 9 de agosto de 2015

Não é tão simples assim

Publicado em 04/08/2015 por antonioamachado

Todos os brasileiros e brasileiras esperamos, sinceramente, que a corrupção no país seja apurada e que os corruptos sejam punidos. Depositamos grandes esperanças no trabalho da Polícia, do Ministério Público e da Justiça. É bem por isso que muita gente vem aprovando tudo ou quase tudo aquilo que se tem feito no âmbito da chamada Operação Lava Jato.

A opinião pública brasileira está absolutamente convencida de que a corrupção deve ser erradicada a qualquer custo, que os corruptos devem ser punidos de modo implacável, que todos aqueles que lesaram os cofres públicos são verdadeiros bandidos e, portanto, devem mesmo mofar na prisão. É só enfiar os culpados na cadeia e pronto, já teremos “passado o país a limpo”!

Todas essas expectativas são absolutamente compreensíveis neste momento, mas não é tão simples assim.

Segundo a Constituição da República e o Código de Processo Penal brasileiro não se pode fazer uso sistemático de prisões preventivas para apurar crimes, pois, o princípio constitucional da presunção de inocência e a própria literalidade da lei processual penal determinam que esse tipo de custódia, sem condenação, deve ser utilizado em último caso (ultima ratio), em caráter excepcional e não como regra.

Há evidências, porém, de que os responsáveis pela Operação Lava Jato estão utilizando as prisões preventivas de forma equivocada, sem a rigorosa observância dos pressupostos legais exigidos para a decretação dessa custódia provisória, numa verdadeira inversão do princípio liberal da presunção de inocência.

Decretaram prisão preventiva de gente que depois foi absolvida, prenderam gente num dia e soltaram no outro, e prenderam até cunhada de tesoureiro de partido político… Virou a “festa do xadrez”! Não é por acaso que outro dia um ministro do próprio Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio de Mello, entre surpreendido e alarmado, deixou escapar a alguns repórteres a seguinte exclamação: “nunca vi tanta prisão preventiva”!

A nova prisão do ex-ministro José Dirceu é um exemplo estridente desse uso equivocado da prisão preventiva. De fato, se o ex-ministro tem o direito de cumprir pena em liberdade por força de uma decisão condenatória definitiva, proferida num processo que já acabou, por que motivo ele haveria de ser preso preventivamente no âmbito de um processo que ainda nem começou?

A Constituição Federal, as leis processuais brasileiras e os tratados internacionais que o Brasil assinou impedem o uso de prisões preventivas com a finalidade de obter confissões e delações premiadas, como vem ocorrendo na Operação Lava Jato. Essa prática é expressamente proibida no país porque ela constitui verdadeira tortura psicológica, portanto, uma prova ilícita que o célebre Cesare de Beccaria já condenava veementemente há mais de duzentos anos.

Por força do “princípio do processo acusatório”, consagrado na Constituição Federal de 1988, as funções de investigar, acusar, defender e julgar devem ser realizadas por autoridades distintas. Logo, um juiz de direito que conduz investigações policiais, que decreta prisões provisórias para obter confissões no inquérito policial e que depois profere julgamentos com base nisso tudo, como ocorre na Operação Lava Jato, está assumindo funções inquisitoriais.

Assim é porque, quando um juiz concentra em suas mãos as funções de investigar, de preparar acusações e de prolatar sentenças põe em risco a sua própria imparcialidade, torna o processo inquisitivo e fere frontalmente o princípio do processo acusatório. Com isso, deita por terra também o princípio constitucional do “devido processo legal”, cuja cláusula é uma conquista do liberalismo com origem remota na Charta Magna assinada pelo rei João-Sem-Terra em 1215.

No âmbito da Operação Lava Jato há também uma anomalia processual quanto à competência para julgamento dos crimes relacionados à corrupção na Petrobras. De fato, uma das varas da Justiça Federal de Curitiba tem avocado para si o julgamento de todos esses crimes, como se essa vara fosse uma espécie de “juízo universal”, que exerce a chamada “vis atractiva”, atraindo para si a tarefa exclusiva de julgar todos os crimes relacionados à nossa petroleira.

Com efeito, há mesmo uma anomalia ou irregularidade processual nesse fato que torna os processos nulos, pois, como sabem os juristas, o caso é de incompetência material ou absoluta. Isso acontece porque, como a Petrobras é uma empresa de economia mista, a competência para julgar as causas cíveis e criminais que afetam os seus interesses não é da Justiça Federal e sim da Justiça Estadual comum.

Não acredita? Pois então, é exatamente isso o que diz o art. 109, IV, da CF, bem como a Súmula nº 556 do STF quando determina que “é competente a justiça comum para julgar as causas em que é parte sociedade de economia mista”, e ainda a Súmula nº 42 do STJ quando estabelece que “compete à Justiça Comum Estadual processar e julgar as causas cíveis em que é parte sociedade de economia mista e os crimes praticados em seu detrimento”.

Esse vício de competência e as sistemáticas violações de direitos e garantias constitucionais, em qualquer processo crime, configuram grave afronta ao “devido processo legal” e ameaçam o próprio Estado Democrático de Direito. Claro que o combate à corrupção é tarefa inadiável, a ser realizada cotidianamente pelas autoridades e por qualquer cidadão, mas é preciso que tudo seja feito dentro dos marcos rigorosos do Estado de Direito, com a estrita observância do princípio da legalidade.

É no mínimo questionável que o combate a um determinado caso de corrupção seja feito à custa do “devido processo legal” e com sacrifício do princípio constitucional da legalidade que é a base de qualquer Estado de Direito. Mas, além desses aspectos jurídicos, há na Operação Lava Jato algumas implicações de ordem econômica muito graves, implicações que os brasileiros não deveriam menosprezar.

De fato, essa operação tem provocado a “quebra” de inúmeras empresas nacionais, como é o caso, por exemplo, da Construtora OAS que pediu recuperação judicial (antiga concordata), e o caso também de outras empresas menores, fornecedoras da Petrobras, que estão fechando as suas portas à beira da falência.

Isso propicia a abertura do nosso mercado interno e facilita a entrada de empresas estrangeiras (que não são vestais incorruptíveis), ampliando ainda mais a desnacionalização da nossa economia, sem contar os milhares de postos de trabalho que são sacrificados com o fechamento dessas empresas brasileiras, provocando um impacto altamente negativo na taxa de desemprego, que já estaria chegando à casa dos 8%, com tendência de elevação.

A polêmica Operação Lava Jato tem um forte impacto sobre a indústria naval brasileira, que até então era privilegiada pela Petrobras no fornecimento de sondas para exploração de petróleo em águas profundas. De fato, a Petrobras comprava exclusivamente dos fornecedores nacionais e impulsionava a nossa indústria. Todavia, o setor naval estagnou de repente e já demitiu 14 mil empregados, revivendo a crise dos anos 80, com o risco de entregar mais uma vez o nosso mercado interno às empresas estrangeiras.

A Petrobras é a maior petroleira da América Latina, cujo patrimônio e faturamento superam o PIB de muitos países do mundo. Não há dúvida, porém, que a Operação Lava Jato, com todo o seu estardalhaço, afeta o valor e a credibilidade dessa empresa nacional, facilitando o caminho e o discurso daqueles que sempre quiseram privatizá-la juntamente com as nossas preciosas reservas do pré-sal.

Estima-se que a Operação Lava Jato, pelo grande reflexo que teve sobre os negócios da Petrobras, sobre a produção da indústria naval brasileira e sobre as empresas “satélites” que atuam em torno da petroleira e de seus fornecedores, já provocou um impacto negativo no PIB nacional de aproximadamente 2% no último ano.

Em suma, diante desse cenário tão complexo, é preciso saber se os brasileiros estão mesmo dispostos a pagar todos esses custos jurídicos, políticos e econômicos, que põem em risco o nosso Estado de Direito e a nossa soberania econômica, para combater a qualquer preço não a corrupção, mas apenas um caso de corrupção.

Ninguém discorda que a corrupção e o histórico patrimonialismo do Estado brasileiro precisam ser combatidos diuturnamente, sem trégua. Seria insano afirmar o contrário. Mas, nesse caso da Petrobras, como diz a sabedoria caipira lá na minha terra, e com perdão da metáfora meio chula ou talvez até vulgar, “parece que estão querendo matar o boi para acabar com os carrapatos”.


quinta-feira, 30 de julho de 2015

sábado, 25 de julho de 2015

Entrevista com Padre Francisco Vanneron

QUINTA-FEIRA, 23 DE JULHO DE 2015

Francisco Vannerom, o Padre Chico, conversa com O Calçadão:

"A opção pelos pobres!"




"38 anos de presença e de participação nas pastorais e nos movimentos sociais em nossa Ribeirão Preto me garantem que existem altas muralhas entre a cidade muito rica e a outra bastante miserável". (Padre Chico)
Ele é belga de nascimento e há 38 anos exerce suas funções sacerdotais em Ribeirão Preto. Francisco Vanneron, o nosso padre Chico, conversa com O Calçadão e fala sobre a sua grata satisfação de ver no discurso do Papa Francisco o retrato da sua luta de vida e sacerdócio: a opção pelos mais pobres.

Acompanhe a sua entrevista. ...

O Calçadão - Vivemos em uma cidade onde a exclusão social é uma realidade triste e grave. Como o Pontificado de Francisco tem influenciado na sua atuação pessoal junto ao movimento popular em Ribeirão Preto? É possível se sonhar com uma Ribeirão Preto mais justa e que desenvolva um projeto que inclua de fato a periferia no desenvolvimento da cidade?

Padre Chico - 38 anos de presença e de participação nas pastorais e nos movimentos sociais em nossa Ribeirão Preto me garantem que existem altas muralhas entre a cidade muito rica e a outra bastante miserável (vejam o vídeo que o Vinícius da UGT, o Marcos do Movimento pró Novo Aeroporto Seguro - e fora da parte urbanizada- e por isso rejeitando um novo Congonhas aqui, e eu, produzimos por ocasião do último Forum Social).

A chegada do Papa Francisco significou para mim uma grata novidade no sentido de que tanto a arquidiocese, muitas vezes nas últimas décadas bastante omissa e calada frente graves desigualdades humanas, como os governos municipais simultaneamente em seus eixos executivo, legislativo, jurídico e militar hão de levar em conta os recados transmitidos pela voz do mais dignatário Pastor anunciando a vontade divina sobre a vida na 'Pólis' e ao mesmo tempo denunciando tudo contrário ao Seu Projeto rumo ao Reino definitivo!

Enquanto Deus me der saúde suficiente, continuo disponível para ajudar a costurar a Força da União para com todos aqueles e aquelas que amam de verdade uma Ribeirão Preto diferente, quer dizer construindo um futuro mais justo e generoso para com os atualmente 'relegados'!

ABRAÇO FRATERNAL, PE. CHICO

Vídeo Ribeirão Preto e suas muralhas

link completo da entrevista

terça-feira, 21 de julho de 2015

Ampliação do Aeroporto Leite Lopes denunciada no Ministério Público Federal


Na tarde de ontem, 20 de julho de 2015, integrantes de movimentos sociais de Ribeirão Preto protocolaram na Procuradoria da República do Ministério Público Federal em Ribeirão, fato que tiveram conhecimento através de notícias divulgadas pela imprensa e por veículos de comunicação oficial do Governo Federal referentes ao projeto de ampliação do Aeroporto Leite Lopes, e que, pelo conteúdo, ensejam, em tese, a intervenção do Ministério Público Federal (MPF), ao menos para averiguação das informações com vista na defesa do interesse público. 

Por meio de notícias publicadas pela imprensa, tivemos conhecimento que o Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (DAESP), pretende alterar a pista do Aeroporto Leite Lopes de Ribeirão Preto, com a possibilidade de violação de acordo judicial firmado entre aquele órgão e o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP), bem como a possibilidade de as obras de ampliação causarem impactos negativos de ordem ambiental, urbanística e social.

Dessa forma provocamos a ação do MPSP através de representação sobre fato, requerendo que o fato fosse pelo MPSP investigado, tendo como objetivo a defesa do interesse público.

No entanto, o projeto de ampliação recebeu fatos novos que extrapolou a competência estadual da matéria, atingindo a União, razão pela qual estamos representando sobre o fato também no Ministério Público Federal.

O assunto passou a ser de competência federal e, assim, passível da intervenção e proteção do MPF a partir do momento que o Governo Federal anunciou que também fará investimentos no projeto, inclusive, a ele caberá, agora, a maior parte dos investimentos, conforme faz prova notícia divulgada pela Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República. Da mesma forma notícia divulgada pela imprensa local de Ribeirão.

Contudo, o Governo Federal não tem conhecimento das irregularidades que estão sendo praticadas no projeto, e por isso estamos denunciando as irregularidades.

Segundo as mencionadas notícias divulgadas, A Secretaria da Aviação Civil da Presidência da República (SAC) confirmou (em 09/04/2015) que o governo federal mantém o investimento de R$ 346,7 milhões, como também prevê para setembro o lançamento do edital pelo RDC (Regime Diferenciado de Contratações) para dar o pontapé nas obras de internacionalização do aeroporto Leite Lopes. O anunciou foi feito pelo ministro-chefe da Aviação Civil, Eliseu Padilha (PMDB), que recebeu em Brasília uma comitiva de autoridades de Ribeirão. O grupo recepcionado era formado por 13 vereadores, deputados estaduais e federais, além de entidades de classe.

Adicionalmente, protocolamos pedido de informações na Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, em 10/04/2015.

No citado pedido de informações, após transcrever-se a aludida notícia, foram feitas as seguintes indagações:

Indago  se existe convênio supracitado? Caso afirmativo, solicito cópia do mesmo , principalmente para conhecer a responsabilidade financeira de cada uma das partes e respectivos itens detalhadamente.

Também indago se o anunciado lançamento do edital pelo RDC vai ser feito desprezando a  existência de questionamentos judiciais feitos pelo Ministério Público Estadual contra esta ampliação ?

A Secretaria de Aviação Civil, em resposta ao requerimento, respondeu, em 27/04/2015:
 Em resposta à solicitação de Vossa senhoria, informamos que não há convênio da União com o Estado de São Paulo, nem da União com o Município de Ribeirão Preto para a ampliação do referido aeroporto. O que ocorre de fato é que tal aeroporto tem investimentos previstos para a sua ampliação no âmbito do Programa de Aviação Regional do Governo Federal. Tal processo está em fase de Anteprojeto e os investimentos estão estimados em R$ 256,49 milhões, dos quais R$ 90,33 milhões seriam destinados à desapropriação de uma área de 392.718m², a cargo do delegatário, no caso o Estado de São Paulo.

Também se tem conhecimento de questionamentos judiciais do Ministério Público referente à ampliação do Aeroporto Leite Lopes, questão a ser resolvida pelo Governo do Estado de São Paulo, delegatário, antes do processo de licitação das obras, tendo em vista que o Governo Federal somente fará investimentos do Programa de Aviação Regional em aeródromos livres e desembaraçados.

Dessa forma, tendo em vista a real participação do Governo Federal no projeto de ampliação do Aeroporto Leite Lopes, a representação protocolada objetiva requerer a intervenção do Ministério Público Federal para investigar o referido projeto de ampliação, pelas mesmas razões que fizeram com que o MPSP ajuizasse três Ações Civis decorrentes do anúncio do projeto de ampliação, e tendo em vista também que o Governo Federal já declarou que somente fará investimentos do Programa de Aviação Regional em aeródromos livres e desembaraçado, como respondeu a própria Secretaria de Aviação Civil, objetivando-se assim prejuízos sociais, ambientais, urbanísticos e desperdício de verba pública.

As fotos são de Thaís Ilyna que fez o registro da ação.


Por Raquel Montero



Governo nos Bairros... ..."cadê"?

Um programa auspicioso. Uma brilhante iniciativa. Conjugar a vontade da comunidade com a gestão do Executivo para definição e construção de políticas públicas a serem executadas em cada bairro da cidade. Com essa ontologia nasceu o programa municipal Governo nos Bairros. Uma ideia da gestão da, na época, 2011, prefeita Dárcy Vera, e pouco tempo depois, também candidata a reeleição para o Executivo municipal pelo PSD.

Mas, na prática...

http://pt-ribeirao.org.br/artigos/Raquel-Montero/governo-nos-bairros-cade

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Comunicado Especial – Ciclo de Conferências da Defensoria

“VAMOS COLAR NA DEFENSORIA”
Participe de Reunião Aberta sobre monitoramento da Conferência Estadual da Defensoria e se prepare para um novo Ciclo de Conferências
Foi agendada para esta sexta, 17 de julho, às 18h, reunião sobre o Plano de Atuação resultante de sua última Conferência Estadual; participe!

 A agenda do Ciclo de Conferências da Defensoria Pública de SP está reaquecendo. Nesta sexta-feira, 17, haverá uma reunião aberta, transmitida via videoconferência para todas as Regionais da Defensoria no Estado, sobre a implementação das Diretrizes do IV Ciclo de Conferências da Defensoria. A atividade é aberta e gratuita e se inicia às 18h.

 Na última Conferência Estadual da Defensoria, realizada em dezembro de 2013, que fechou o IV Ciclo de Conferências da instituição, uma das diretrizes aprovadas foi “promover audiências públicas trimestrais, com convocação obrigatória dos delegados das Conferências da Defensoria Pública de São Paulo - DPESP, para prestação de contas e monitoramento da implementação das diretrizes aprovadas nos Ciclos de Conferências, a contar do último dia da Conferência Estadual”.

 A última audiência pública foi realizada em dezembro de 2014 e, na oportunidade, a Defensoria informou que alteraria a periodicidade dessas atividades para seis em seis meses. A nova audiência pública acontecerá nesta sexta-feira, 17, a partir das 18 horas, em todas as sedes de Regionais – que vão se comunicar com a capital por videoconferência.

Plano de Atuação e novo Ciclo de Conferências
 O Plano Anual da Defensoria, feito a partir das Diretrizes da Conferência Estadual de 2013, foi aprovado pelo Conselho Superior da instituição em junho de 2015, contando com a redação integral de 33 das 50 diretrizes aprovadas na última Conferência Estadual. 16 foram alteradas e uma foi suprimida do plano. Agora, os Núcleos Especializados e os órgãos da Administração devem apresentar os resultados de implementação dessas propostas.

 Daqui a 15 dias, em 1º de agosto, começa um novo Ciclo de Conferências, para que a Sociedade Civil inicie uma nova sequência de debates em Pré-Conferências, para chegar a um novo conjunto de 50 Diretrizes para o próximo Plano de Atuação da Defensoria.

 Para fazer valer as Diretrizes aprovadas anteriormente e prosseguir vendo de perto como a Defensoria corresponde às expectativas populares, é importante participar. Vamos colar na Defensoria!

Conheça o calendário completo do Ciclo de Conferências de 2015: http://bit.ly/ConferenciasDPESP-2015
 Assista ao vídeo da audiência pública do dia 3 de dezembro de 2014: http://bit.ly/MonitoramentoDPESP_Dez2014
 Para ver as 50 diretrizes aprovadas em 2013, acesse o link:
http://bit.ly/ConferenciaDPE2014

 Serviço:
Audiência Pública sobre implementação das Diretrizes da IV Conferência Estadual da Defensoria
Quando: 17/07, sexta, às 18h
Onde: Rua Boa Vista, 200, mezanino – com transmissão e interação online em todas as sedes de Regionais da Defensoria (veja a lista de Regionais na página: http://bit.ly/DPE-Regionais)
Atividade aberta e gratuita
 *Versão aberta deste comunicado também disponível no site da Ouvidoria, na página de Boletins Informativos: http://bit.ly/OGDPESP-Boletins


Ampliação do Aeroporto Leite Lopes em Ribeirão Preto e a violação do direito à moradia

Morar é direito para quem? ...
Conheça alguns dos moradores e entenda a situação no vídeo ....

Artigo de Jéssica Montero