Páginas

domingo, 11 de setembro de 2011

O outro 11 de setembro


O outro 11 de setembro: 40 mil vítimas, US$ 27 milhões nas contas secretas de Pinochet

Presidente eleito pelo voto Allende (centro) antes do golpe que levou a sua morte e a de milhares de pessoas no Chile e a ditadura de Pinochet. Hoje, 11 de setembro, não tem o CEA deixar de mencionar fatos que devemos lutar para que não acontençam na história humana, como o 11 de setembro de Bush/Bin [...]

http://centrodeestudosambientais.wordpress.com/2011/09/11/o-outro-11-de-setembro-40-mil-vitimas-us-27-milhoes-nas-contas-secretas-de-pinochet/

sábado, 10 de setembro de 2011

dicas de cursos e vídeos

·         UM DOS MELHORES DOCUMENTÁRIOS SOBRE SÃO PAULO... IMPERDÍVEL !!!

·         filme francês “La Belle Verte”

Sinopse: Filme francês que nos passa uma bela mensagem de fraternidade. Alguns personagens de outra raça de humanos mais evoluída em outro planeta vem visitar seus “loucos irmãos” e causam revertério nas pessoas com quem falam, “despertando” elas pra espiritualidade. Várias críticas muito bem colocadas ao sistema capitalista e à sociedade egoísta na qual vivemos.

·         Entrevista com o filosofo Zygmunt Bauman -  sobre democracia, sociedades, politica, filosofia, meio ambiente,  modos de vida atual, redes sociais etc.


·         Ministério de Turismo disponibiliza cursos gratuitos para a cadeia produtiva do Turismo em Ribeirão Preto
·     



    ·      Seminário "Olhar o Centro" 15,16 e 17 de Setembro
  Acessem o site www.paubrasil.org.br e faça sua inscrição.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Carta protesto rodeio barretos 2011

Enviem seus protestos para os emails abaixo: (Se preferir, copie o texto que segue e envie para os e-mails:)
fogosxingu@fogosxingu.com.br, fabiana@cantodacidade.com.br, sassaobr@globo.com, canal.alerta@granol.com.br, sac@granol.com.br, imprensa@sesisenaisp.org.br , rosangelainoue@sesisenaisp.org.br, marketing@nothshoppingbarretos.com.br,publicsp@editora3.com.br, reitoria@feb.br, imprensa@feb.br, atendimento@portalunimed.com.br, meioambiente@jbs.com.br, sumern@ambev.com.br
 
Senhores patrocinadores de rodeios,
 Gostaria que vocês explicassem como é possível propiciar alegria e entretenimento através da tortura e morte de animais indefesos?
 Desculpe-me, mas as respostas de quem patrocina tanto quanto de quem participa com os shows  é um tanto quanto hipócrita. Na realidade, digamos, que a atitude/resposta de uma empresa/cantor(a) que patrocina/participa de um show de horrores como o rodeio pode ser comparada a patrocinar os nazistas em campos de concentração (eles também se divertiam com tortura)!
 Se querem patrocinar eventos culturais, patrocinem eventos que não tenham como objetivo principal o uso de animais para entretenimento das pessoas. Escravizar animais não é educativo e muito menos cultural, escravizar animais é expor o que existe de mais podre no ser humano.
 Não sei se vocês sabem, mas eu estou falando de VIDAS, animais são vidas e não objetos para serem usados por pessoas cruéis.
 Concordamos que empresas devem incentivar eventos culturais, porém de uma cultura de paz. Aliás, tal cultura de tortura foi importada dos EUA. Se ainda alguém duvidava que os rodeios com animais são espetáculos recheados de crueldade,  esta edição de Barretos comprovou os maus-tratos, que há anos vêm sendo apontados por pessoas mais bem informadas.
Enquete realizada pela Rede R7 de Notícias concluiu que 96% das pessoas são contrárias a rodeios com animais. Estimativas apontam que cerca de 70% dos freqüentadores deste tipo de evento não assistem  às provas com animais. Sua participação se restringe  aos shows de artistas, como apontado no   PL nº825/2011
Acredito que você e as empresas estão precisando rever os seus valores, pois estamos em 2011 e ainda estão apoiando a covardia, a maldade, a crueldade, a tortura e até mesmo um crime (Matar, ferir ou mutilar animais é crime Lei Federal 9.6505/98), e o pior é que justificam a falta de valores éticos e princípios morais dessa organização alegando que tem como objetivo propiciar alegria e entretenimento ao público.
Quando postarem algo sobre o evento, poderiam responder que EU (NÓS) ESCLAREÇO QUE OS MEUS OBJETIVOS AO PATROCINAR/PARTICIPAR DOS RODEIOS SÃO PROPRICIAR ALEGRIA E ENTRETENIMENTO AO PÚBLICO E INCENTIVAR UMA MANIFESTAÇÃO CULTURAL TÍPICA DE ALGUMAS REGIÕES DO BRASIL, SEM SE QUER SE PREOCUPAR COM AQUELES QUE SÃO USADOS, MASSACRADOS, FERIDOS E MORTOS, SEM SEQUER SE LEMBRAR QUE OS ANIMAIS ASSSIM COMO O HOMEM TAMBÉM SENTEM MEDO E DOR.
 Estudos do FBI mostram que a violência contra animais funciona como um “primeiro degrau” para futuras violências contra humanos. Quase todos os assassinos em série têm em sua história a prática de maus-tratos a animais. Segundo pesquisas, a violência cometida contra animais, quando feita ou mesmo assistida por crianças, tem consequências psicológicas trágicas, marcando-as por toda a vida. Por outro lado, o afeto que os animais inspiram, quando incentivado, pode despertar no indivíduo sentimentos de amor, zelo e autoestima positiva.
 O mundo clama por paz. Para podermos ser responsáveis socialmente, não devemos caminhar na direção oposta.

Não somos contra a "Festa de Rodeio", ou Festa de Peão, o que queremos é garantir que animais não sofram nestes eventos, bem como proteger a vida das pessoas e dos animais.
A “Festa” com música, diversão, entretenimento, praças de alimentação, etc. podem continuar.
Assista o video Eu odeio RODEIO - O Teatro Mágico
http://youtu.be/kFX3zitn4oo

terça-feira, 6 de setembro de 2011

1 - Paulo Gomes Romeo - com seis meses, casas têm rachaduras / 2 - Favela da familia: aumenta o número de moradias

Jornal A Cidade - Sexta, 27 de Agosto de 2011
Com seis meses, casas do Paulo Gomes Romeo têm rachaduras
Residencial foi entregue em fevereiro deste ano para famílias de Ribeirão Preto que viviam em favelas do Jardim Aeroporto
Moradores do conjunto habitacional Paulo Gomes Romeo, entregue em fevereiro deste ano, reclamam que as casas estão com rachaduras nas paredes. Ao redor das portas e janelas também há pequenas trincas, que assustam. As famílias do local viviam nas favelas do Jardim Aeroporto.
"Minha casa está trincada no meio. Estou com medo porque agora a rachadura é pequena, mas pode piorar", diz Velma Ferreira, que reside no bairro.
A moradora diz que paga R$ 230 por mês de um financiamento que tem duração de 25 anos e está inconformada com os problemas estruturais da construção. "No final eu vou pagar mais de R$ 69 mil. Achei que pelo menos a casa fosse bem construída, mas parece que foi feita de poeira."
A dona de casa Silvana Gomes dos Santos pediu ajuda aos pedreiros da construtora para solucionar o problema da casa. Janelas e portas ameaçam cair com as rachaduras, que já tomam conta da parte lateral da casa.
"Eles vieram e passaram o cimento. Eu acho que vai resolver pelo menos agora. Tenho medo de voltar a rachadura com o tempo", diz a moradora. Ela recebeu a promessa de que a casa será pintada do lado de fora para esconder a "emenda".
A família de Fabiana da Silva também está preocupada com as rachaduras que apareceram nas paredes da casa. "Parece que a parede tem pequenas listras. Minha mãe não se conforma, porque pagamos R$ 154 por mês", diz.
Ela conta que para abrir as janelas da casa é preciso segurar os vidros. "Se não fizermos isto, o vidro cai".
Um funcionário da construtora Croma, que pediu para não ser identificado, disse que é frequente a ida de pedreiros ao local. Eles têm consertado as casas que estão com os problemas de rachaduras. "Eles passam para a gente é nos consertamos e depois pintamos sem problema".
Outro lado
A assessoria de imprensa da prefeitura de Ribeirão Preto informou  que a  Cohab enviará uma equipe de engenheiros ao conjunto  para verificar os problemas e também vai notificar a construtora Croma responsável pelo empreendimento.
Milton Vieira Leite, da CDHU, afirmou que não foi informado que as casas estão com rachaduras. Recebemos mais de uma dezena de reclamações da construção das casas e enviamos à construtora. Este problema nos desconhecemos".

___________________________________________________________ 

2 - Favela da familia: aumenta o número de moradias

domingo, 4 de setembro de 2011

Blog do Márcio - artigos da semana



·         CARTA ABERTA AO VEREADOR CICERO GOMES (PMDB) RIB.PRETO, ALIADO DO MINISTRO DO LIXO WAGNER ROSSI, E DO MAMIFERO BALEIA ROSSI, QUE DISSE QUE EU SOU POBRE E NAO TENHO ONDE CAIR MORTO,COMETE CRIME DE RACISMO E HOMOFOBIA DESCRIMINAÇÃO,IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA, PECULATO USURPAÇÃO DE BEM PÚBLICO, E ESTA SENDO PROCESSADO PELO MOVIMENTO GLSTB DE RIBEIRAO PRETO,POR CRIMES QUE OFENDE A CLASSE GLSTB.

·         VEREADOR GILÓ GENRO DA PREFEITA BANDIDA DE RIBEIRAO PRETO, É PRESO, E LEIAM MAIS

1-FHC E LULA, OS LADRÕES DO BRASIL
2- A EMPRESA DE DARCY VERA E A SOCIA PELADONA DA PREFEITA LADRA DE RIBEIRAO PRETO
3-CARTA PARA A BANDIDA DILMA ROUSSEFF, VASSOURA QUEBRADA

                                O BLOG DE MARCIO FRANCISCO
             A prefeita de Ribeirao Preto disse que Foi Tiradentes que gritou independencia ou morte

                                      www.marciofrancisco.blogspot.com

Sou o Jornalista que junto com o jornal Correio Braziliense descobriu e denunciou o jatinho de U$$ 7 milhões que derrubou o Ministro Wagner Rossi.Ajudei o Brasil.

sábado, 3 de setembro de 2011

1 – 70 anos de Habitação Social no Brasil / 2 – Petição Pública a favor da manutenção do número de vereadores em Rib Preto




1 – 70 anos de Habitação Social no Brasil

O Jornal "O Estado de São Paulo" iniciou ontem uma série de reportagens sobre Habitação Social no Brasil. De qualidade superior ao que normalmente se lê na imprensa comercial, o material reúne informações interessantes para a reflexão sobre a política habi
O artigo abaixo é uma pequena parte do material produzido.
Artigo: Moradia e (in)dignidade

Milton Hatoum
Nos anos 70, quando eu estudava na Fau-Usp, um dos poemas mais lidos e comentados por estudantes e professores era “Fábula de um arquiteto”, de João Cabral.
O arquiteto: o que abre para o homem
(tudo se sanearia desde casas abertas)
portas por-onde, jamais portas-contra;
por onde, livres: ar luz razão certa.
Esses versos pareciam nortear a concepção e a organização do espaço, trabalho do arquiteto. A utopia possível de vários estudantes era transformar habitações precárias (eufemismo para favelas) em moradias dignas. O exemplo mais famoso e visitado naquele tempo era o Conjunto Habitacional Zezinho Magalhães Prado (Parque Cecap) em Guarulhos. Esse projeto de Vilanova Artigas era um dos poucos exemplos de habitação social decente, mas seus moradores não eram ex-favelados.
De um modo geral, a política de habitação popular no Brasil consiste em construir pequenos e opressivos apartamentos ou casas de baixo padrão tecnológico, sem nenhum senso estético, sem relação orgânica com a cidade, às vezes sem infra-estrutura e longe de áreas comerciais e de serviços públicos. Vários desses conjuntos habitacionais são construídos em áreas ermas, cuja paisagem triste e desoladora lembra antes uma colônia penal que uma moradia. Isso acontece de norte a sul do país. Em São Paulo, os conjuntos denominados Cingapura são verdadeiras aberrações arquitetônicas, que subtraem do ser humano toda dignidade relacionada com a cidadania. É como se uma família pobre saísse de uma favela e ocupasse uma espécie de abrigo, e não um lugar para morar.
Mas há mudanças e avanços significativos na concepção de projetos de habitação social, infra-estrutura, lazer e paisagismo, projetos que, afinal, dizem respeito à democracia e ao fim da exclusão social. Um desses avanços é o trabalho da Usina. Fundada em 1990 por um grupo de profissionais paulistas, a Usina tem feito projetos de arquitetura e planos urbanísticos criteriosos e notáveis, que contam com a participação dos moradores de bairros e comunidades pobres. Trata-se de uma experiência de autogestão na construção, cujos projetos, soluções técnicas e o próprio processo construtivo são discutidos coletivamente, envolvendo os futuros moradores e uma equipe de arquitetos, engenheiros e outros profissionais. Lembro que essa experiência era um dos temas debatidos na FAU na década 70, quando líamos textos de Sérgio Ferro e assistíamos com interesse às aulas de grandes professores como Flávio Motta, Rodrigo Lefrève, Flávio Império e Luis Carlos Daher e Renina Katz, entre outros. Nessa década brutalizada pela ditadura, a prática dos estudantes no canteiro de obras era uma aprendizagem incipiente e quase utópica, mas se tornou realidade em 1998, quando foi criado o “canteiro escola”, a que o professor e arquiteto Reginaldo Ronconi acrescentou a proposta do “canteiro experimental”, uma disciplina que faz parte da grade curricular da Fau-Usp. De algum modo, o trabalho coletivo da Usina relaciona-se com a prática do canteiro experimental, que, segundo Mônica Camargo, “é uma experiência pedagógica transformadora, que permite a compreensão das relações complexas entre teoria e prática, desenho e canteiro, técnica e estética”.
Em graus variados, são essas relações entre arquitetura e sociedade que norteiam a visão e a prática de alguns profissionais que lidam com habitação social no Brasil. A arquitetura é um processo, e não um mero desenho, como diz João Filgueiras (o Lelé), sem dúvida um dos arquitetos mais talentosos e inventivos do país. Além do trabalho coletivo da Usina, há outros projetos arquitetônicos e urbanísticos relevantes, que apontam para soluções inventivas.
Acompanhei jornalistas do Estadão em visitas a conjuntos habitacionais em Heliópolis e à represa Billings, onde está sendo implantado o “Programa Mananciais”. Em Heliópolis, Ruy Ohtake projetou edifícios em forma cilíndrica, daí o apelido de “redondinhos”. A planta dos apartamentos de 50 m2 é bem resolvida, os materiais de construção e o acabamento são apropriados, e todos os ambientes recebem luz natural. Na fachada circular, painéis com cores fortes dão vida ao edifício. Esse projeto de Ohtake, e o de Hector Vigliecca (ainda em fase de construção) revelam um avanço notável na concepção da moradia para as camadas mais populares. Mostram também que é possível e desejável enterrar de vez os vergonhosos projetos Cingapura e Cohab dos anos 80 e 90.

Um dos projetos do “Programa Mananciais” é uma ousada e bem-sucedida intervenção urbana (infra-estrutura, paisagismo e lazer) numa das áreas mais pobres e também mais belas da metrópole. Situado às margens da Represa Billings, o Parque Linear (que inclui o Residencial dos Lagos e o Jardim Gaivotas) é, em última instância, um projeto de cidadania que contempla milhares de famílias dessa área densamente povoada da Zona Sul. Não por acaso esse projeto da equipe do arquiteto Marcos Boldarini recebeu vários prêmios no Brasil e no exterior. Além do enorme alcance social, o projeto foi pensado para preservar a Billings e suas espécies nativas. Penso que a realização dessa obra de engenharia e arquitetura é um dos marcos do urbanismo brasileiro. Sem ser monumental, o Parque Linear é uma obra grandiosa e extremamente necessária, concebida com uma sensibilidade estética e funcional que dá dignidade a brasileiros que sempre foram desprezados pelo pod er público. É também um exemplo de como os governos federal, estadual e municipal podem atuar em conjunto, deixando de lado as disputas e mesquinharias político-partidárias.
Além de ter arquitetos e engenheiros competentes, o Brasil possui também recursos para financiar projetos de habitação popular em larga escala, como prova o programa “Minha casa, minha vida”. Mas é preciso aliar a vontade política a uma concepção de moradia que privilegie a própria vida dos moradores e sua relação profunda com o meio ambiente e o espaço urbano. Já é tempo de acabar com edifícios-pombais e casas-cubículos, que mais parecem abrigos asfixiantes, construídos com materiais de quinta categoria e péssimo acabamento.
“Construir, não como ilhar e prender”, diz um verso de João Cabral. A sociedade e o Estado brasileiro podem e devem reparar essa injustiça histórica e dar a milhões de brasileiros pobres uma moradia humana, e não um abrigo ou teto. Porque morar é muito mais do que sobreviver em estado precário e provisório.

_________________________________________________ 



2 – Petição Pública a favor da manutenção do número de vereadores em Rib Preto
A Câmara Municipal de Ribeirão pretende aumentar o número de vereadores de 20 para 27 já para a próxima eleição. A justificativa do aumento, segundo os vereadores, é o crescimento do número de habitantes em nossa cidade. Contudo, o número de habitantes aumentou tão somente em cinco mil, fato que, para a maioria dos munícipes não é, de forma alguma, justificativa para o aumento de vereadores.

  Se o aumento é para benefício das pessoas, como costumeiramente justificam os vereadores, plausível que os próprios beneficiados sejam ouvidos, e assim a vontade da maioria que venha a prevalecer. Ademais quem pagará a conta desse aumento somos nós, munícipes. então, por mais essa razão, plausível sermos ouvidos e mais do que isso, acatados se nossa manifestação se mostrar majoritária.

  A questão é qualidade e não quantidade. Por vezes nossa Câmara de vereadores foi considerada a campeã de leis municipais inconstituicionais. Uma aberração que mostra o quanto nossos vereadores ainda precisam melhorar entre si e com o sistema que os permeia e norteia, e antes de melhorarem esse quadro, e todas as mazelas que compoem a pintura da tela de Ribeirão Preto, mazelas que inclusive faz com que Ribeirão seja considerada, proporcionalmente comparada com outras cidades, a cidade com a maior desigualdade social, é totalmente descabido pretender aumento de vereadores.

  A única vereadora que votou contra o aumento foi a vereadora Silvana Resende, inclusive se manifestando publicamente na imprensa.

  Ja existe uma petição pública elaborada pela ong Por uma Ribeirão Melhor (http://www.peticaopublica.com/PeticaoAssinar.aspx?pi=P2011N12788), onde várias entidades de Ribeirão participam, objetivando colher assinaturas para forçar a desistência no aumento do número de vereadores na Câmara de Ribeirão. Se concordarem, assinem o quanto antes, eis que ela será protocolada na Câmara a qualquer momento.

  Abraços,
  Raquel

 
Raquel Bencsik Montero
Advocacia e Consultoria em todas as áreas do Direito Nacional e Internacional Público

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

1 – desfavelamento : condições das moradias entregues / 2 - Rock in Rio 2011 e Heineken: a piada do ano



1 – desfavelamento : condições das moradias entregues



2 - Rock in Rio 2011 e Heineken: a piada do ano
O Rock in Rio 2011 tem como um de seus patrocinadores a cerveja Heineken. Ela patrocina, não pelo gosto por rock (vai ser tão rock assim?), mas sim, para promover a marca, para vender mais. Um dos vídeos oficiais do festival apresenta o slogan 'Eu vou sem droga nenhuma'
Se a Heineken patrocina o evento também patrocina a campanha. Então, a mesma Heineken que gasta uma fortuna para vender mais cerveja diz pra você não consumir cerveja (porque cerveja é droga, certo?). O que é sério, a publicidade ou a campanha? Para mim, só há uma certeza: tanto quanto a Heineken, cada traficante deste país quer que você vá sem droga nenhuma.
E o pior é que nossos artistas é que aparecem cantando no vídeo. Melhor exemplo dariam se não tocassem num evento patrocinado por um traficante. Opa, desculpe-me: vendedor de cerveja.