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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Encaminhamentos da Maria Silvia e Cidinha

TERRENO DO PINHEIRINHO: A VERDADEIRA HISTÓRIA COMEÇA APARECER

Trucidamento da família Kubitzky, grilagem e especulação imobiliária

Leia abaixo a notícia da Folha de São Paulo de 01 de julho de 1969, que trata  do misterioso “trucidamento da família Kubitzky”, ex-proprietária do terreno onde anos mais tarde acabou sendo instalada a ocupação do Pinheirinho. O caso nunca foi solucionado e, como a família não tinha parentes ou herdeiros, o Estado acabou incorporando a fortuna dos Kubitzky, inclusive imóveis, é claro. 

Então cabe aqui um questionamento imprescindível: Como foi que, depois de o Estado ter herdado o terreno, ele foi cair nas mãos do Naji Nahas e do Grupo Selecta? Parece um caso de GRILAGEM DE TERRA.

Veja esta notícia no acervo da Folha de São Paulo de 01/07/1969


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Jornal A Cidade - 25-01-2012 


































































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de:         MARIA SILVIA RUTIGLIANO ROQUE
data:     25 de janeiro de 2012 09:44
assunto:              EXEMPLO QUE PODERÍAMOS TRAZER

forma periferia de São Paulo

Conjuntos habitacionais e parque com quadras de futebol, pista de skate e decks de madeira levaram lazer e melhor condição de vida para moradores
Fernanda Simas, iG São Paulo | 25/01/2012 07:00
Notícia anterior Artigo: 'Aqui é a casa que escolhi pra viver e ser feliz', diz...

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Texto:
Ruas asfaltadas, encanamento, moradias dignas e opções de lazer. Coisas básicas às quais todos os cidadãos deveriam ter acesso. Mas para aproximadamente três milhões de paulistanos, que vivem em alguma situação irregular, elas só se tornaram realidade nos últimos anos. Projetos de reurbanização desenvolvidos no Complexo Cantinho do Céu (que abrange as comunidades Parque Residencial dos Lagos, Cantinho do Céu e Gaivotas), na zona sul a capital paulista, e na Favela Nova Jaguaré, na zona oeste, transformaram a paisagem e a vida dos moradores desses lugares.
Foto: Marcelo Rebelo

Imagem aérea mostra parte do Cantinho do Céu depois da reurbanização

Premiado na Bienal de Quito (3° lugar), na Bienal de São Paulo (1°) e exposto em outras bienais, como a de Veneza, o projeto Cantinho do Céu une residências, infraestrutura e áreas de lazer e começou em 2008, por meio de uma parceria entre o escritório Boldarini Arquitetura e Urbanismo e a Prefeitura. “Perto do que era antes, nós estamos no paraíso”, resume Vera Lúcia Basália, integrante da Associação de Amigos do Parque Residencial dos Lagos há 21 anos e moradora do local há 23.

São Paulo em números: Veja os 458 anos de São Paulo em números

A comunidade ganhou, além de infraestrutura, um parque na beira da Represa Billings com espaços verdes, decks de madeira, praças, playground para as crianças, quadras de futebol e vôlei de areia, rampas de skate, quadra de futebol sintética, academia de ginástica para a terceira idade e um espaço de cinema ao ar livre.
O arquiteto Marcos Boldarini e sua equipe ganharam a licitação e começaram a estudar o que poderia ser feito para melhorar a vida de cerca de 10 mil famílias, em uma área de 1,5 milhão de metros quadrados, então inovaram na criação do parque.
“Todos são moradores da mesma cidade e há um déficit que precisa ser superado. Temos 1.600 favelas em São Paulo. Vimos a possibilidade de construir um parque na margem melhorando as condições de risco e os déficits”, explica Boldarini. Até o momento, 1,5 Km de parque foram construídos e já são usufruídos pela população.

Foto: Daniel Ducci

Pessoas fazem ginástica em deck de madeira no parque do Cantinho do Céu

Vera conta que a rotina e o comportamento dos moradores mudaram muito desde 2009. “As pessoas veem o parque aqui embaixo, as ruas asfaltadas e decidem que a casa delas precisa ser bonita, por isso começaram a fazer reformas nas fachadas.”

A líder comunitária, conhecida e respeitada por todos do local, abri o sorriso quando passa por uma área de deck e diz que ali idosos fazem caminhada e exercícios, crianças andam de bicicleta e pessoas param para admirar a vista – a represa Billings com garças e patos e, ao longe, o Rodoanel. “Trouxeram lazer para a periferia. Agora o povo tem onde passear, isso de fim de semana enche.”

Para o projeto ser viabilizado, 25% das moradias tiveram que ser removidas das margens da represa. Essas eram as casas que estavam na área considerada de risco e todos os moradores foram realocados. “A remoção das famílias foi um pouco mais difícil, mas depois que as pessoas foram percebendo o benefício e como o local foi se transformando, o que a gente tem hoje de depoimento é absolutamente sensacional e muito sedutor. Eles têm uma sensação de orgulho, de pertencer à cidade”, explica Boldarini.

Segundo o arquiteto, os materiais usados na reurbanização são escolhidos de forma a aliar preço barato com qualidade e adequação ao que foi visto na comunidade. O uso da madeira é algo não usual em reurbanizações, mas Boldarini conta que teve a intenção de atender ao que via: crianças pulando na água, em um clima de praia.

O projeto deve ser concluído no fim deste ano. No total, serão 7 km de parque, unindo todo o complexo Cantinho do Céu. No entanto, a maior parte dos moradores já pode andar nas ruas asfaltadas e ficar despreocupada com as chuvas, já que a infraestrutura foi concluída em 90% do espaço.

Foto: Daniel Ducci

Novo conjunto habitacional da Favela Nova Jaguaré

O mais novo projeto para esse setor é o conjunto habitacional, no Jaguaré. Ele reúne 427 apartamentos e 132 casas sobrepostas, além de uma área comum de lazer e convivência. A primeira parte já está concluída e foi construída depois que a Prefeitura desapropriou uma área industrial de mais de 20 mil metros quadrados. A segunda parte já foi aprovada e deve ter início ainda em 2012.

Veja galeria de fotos do Cantinho do Céu e da Favela Nova Jaguaré:

Imagem aérea mostra parte do Cantinho do Céu antes da reurbanização - Foto: Fabio Knoll 




terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Encaminhamentos do Caio e da Raquel : Tragédia em Pinheirinho

de:   Caio Cristiano caiocristiano@yahoo.com.br
data: 24 de janeiro de 2012 08:54

Os jornais de hoje noticiam a violência de 2 mil policiais na expulsão de 8 mil moradores do Pinheirinho, em São José dos Campos (SP), que há 8 anos ocupavam a área. A Justiça de São Paulo alega que o mega-especulador Naji Nahas seria dono do terreno.

Sobre este tema, cabe comentar que no ano de 2011, até outubro (último dado disponível), o Governo de São Paulo destinou R$ 8,98 bilhões para o pagamento da dívida pública interna, 14 vezes mais que o valor destinado à Habitação. A dívida do Estado de São Paulo é composta principalmente pelo débito junto ao Governo Federal, que cobra dos estados taxas de juros equivalentes ao IGP-DI mais juros de 6% a 9% ao ano.
Conforme reconheceu a própria base do governo Lula e o PSDB no Relatório Final da CPI da Dívida, aprovado em maio de 2010 na Câmara dos Deputados, o custo desta dívida “revelou-se excessivo” aos estados. Tais valores pagos ao governo federal são utilizados por este para o pagamento da dívida federal, que também foi causada pelas altas taxas de juros, conforme também reconheceram a base do governo e o PSDB na CPI da Dívida.
Ou seja: tais dívidas possuem grave indício de ilegalidade, por terem explodido a partir do mecanismo de “juros sobre juros”, já considerado ilegal pelo Supremo Tribunal Federal.

Em 2011, o Governo Federal reservou ao Programa “Minha Casa Minha Vida” o valor de R$ 12,7 bilhões, mas devido ao processo de contingenciamento, boa parte deste valor foi "bloqueado". Até 31/12/2011, apenas R$ 644 milhões haviam sido gastos. Isto significa apenas 0,04% do Orçamento, ou seja, 1.126 vezes menos que os recursos destinados à dívida pública, que beneficia grandes banqueiros e mega-especuladores como Naji Nahas.

Importante relembrar que Nahas foi absolvido - após a quebra da Bolsa de Valores em 1989 - com a ajuda de testemunhas como Mario Henrique Simonsen e Delfim Netto, principais formuladores da política de endividamento público nos anos 70.


PSDB ordena desocupação violenta no pinheirinho
Diário de Taubaté – 23/1/2012


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PSDB e PM dizem não haver mortos nem feridos. Até quando vão mentir?
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LUCIANA CANDIDO, DIRETO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (SP)

• O governo de Geraldo Alckmin, a prefeitura do PSDB e a polícia insistem em dizer que a “desocupação foi tranquila”. Chegaram a dizer em entrevistas que não houve nem mortos e nem feridos na desocupação.

Afirmar que não houve feridos na ocupação é algo absolutamente ridículo. Basta andar por alguns minutos entre as pessoas que foram desalojadas pra perceber que o número de feridos é incalculável. São homens, mulheres e crianças que exibem marcas das balas de borracha e fragmentos de bombas de gás.

Há imagens, em fotos e vídeo, de pessoas feridas sendo transportadas aos hospitais (veja o vídeo). Há cenas da Guarda Municipal atirando com revolver do tipo 38 contra os moradores! Mas o governo e prefeitura estão “blindando” as informações sobre as reais condições destes moradores feridos.

Um radialista divulgou um depoimento de uma moradora que 
relata ter visto criança gravemente ferida chegar ao Hospital Municipal.

A violência foi tão grande que até o secretario nacional de Articulação Social, Paulo Maldos, foi ferido na desocupação. Maldos foi atingido por uma bala de borracha disparada pela PM.O PSDB vair querer erconder isso também?

A reportagem constatou que há apenas um assessor de comunicação com permissão para falar sobre o número de feridos. Pedir informação em qualquer hospital significa ser despachado para falar com este funcionário. Constatamos que, mesmo jornalistas da grande imprensa, estão visivelmente irritados com a falta de informação.


Ou seja, a centralização é total e a mentira sobre que “não há feridos” é parte da ação militar. Vomitam mentiras para impedir que a opinião pública possa se voltar contra a ação criminosa do governo do PSDB. Assim, tratam os moradores do Pinheirinho pior do que tratam bandidos. Como informou o ex-capitão do BOPE, Rodrigo Pimentel, na Rede Globo, teve mais policiais no Pinheirinho do que na ação de combate ao tráfico na Rocinha.

Para evitar o contato entre os moradores, a prefeitura de São José dos Campos isolou as famílias do Pinheirinho no Centro de Triagem montado na zona sul. A imprensa está impedida de entrar no local para entrevistar os moradores.

Muitos outros moradores também relatam que houve sim assassinatos por parte da polícia. Uma das histórias mais ouvidas aqui é de que havia três corpos dentro do acampamento. A OAB já está percorrendo os necrotérios.

Até quando que o PSDB e a polícia irão esconder a verdade? Onde estão os feridos e desaparecidos do Pinheirinho? 
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 PINHEIRINHO - MTST OCUPA O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA NO DF

O MTST, juntamente com companheiros da CSP Conlutas e de sindicatos e estudantes, acaba de ocupar o Ministério da Justiça em Brasília. O objetivo da ação é presssionar o Governo Federal a enviar tropas da Polícia Federal para que a decisão do TRF de São Paulo que cancela o despejo do Pinheirinho seja cumprida.

Uma oficial de justiça do TRF esteve ontem no despejo para notificar o comandante da PM de SP para parar a operação, mas sem o envolvimento da PF isso não ocorrerá.

A Polícia Federal tem o dever legal de cumprir a ordem da Justiça Federal, por isso ocupamos o Ministério.

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Reintegração no interior de SP leva famílias a abrigos precários
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DOS ENVIADOS ESPECIAIS A SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Uma tragédia humanitária. Assim a dona de casa Luiza dos Reis Salatiel, 77, definiu a situação vivida ontem pelos expulsos da invasão Pinheirinho, em São José dos Campos (97 km de SP). Na escola Dom Pedro de Alcântara, transformada em abrigo para 2.500 pessoas, a Folha viu pelo menos três doentes com pneumonia, um com tuberculose e uma pessoa com sequelas de AVC jogados em colchões no pátio de esportes.

No final do artigo Veja fotos 

AGU demorou a agir no caso Pinheirinho, diz especialista
TJ exime governo de responsabilidade no caso Pinheirinho
Procuradoria-Geral pede decisão do STJ sobre Pinheirinho

Associação recorre ao STF para suspender reintegração Crianças e bebês brincavam em meio a restos de comida e a fezes de pombos espalhados. Um animal morto estava preso na rede da quadra. Apenas quatro banheiros imundos serviam às mulheres. Os homens tinham de se contentar com três.

A situação sanitária era tão grave que dois vestiários, no fundo da quadra --sem vaso sanitário ou água encanada-- foram improvisados como banheiros também. "Eles querem nos degradar como seres humanos", disse o motorista Assis David Monteiro, 62.

A maioria dos antigos moradores do Pinheirinho, expulsos de suas casas a partir das 6h do domingo, não teve tempo nem sequer para pegar os próprios documentos. Sem casa, sem documentos, muitos têm apenas uma muda de roupas. E pulseirinhas coloridas, que identificam quem pode entrar nos abrigos da prefeitura. Na escola Dom Pedro, a cor é azul.
Luiz Carlos Murauskas - 23.jan.12/Folhapress

Vários desabrigados disseram à Folha que as pulseirinhas estão servindo para discriminá-los. "É como se fosse uma coleira que nos colocaram para nos identificar quando andamos na rua. Vizinhos nos chamam de cachorros do governo", disse Rogério Mendes Furtado, 28, catador de sucata.

Na igreja de Nossa Senhora do Socorro, improvisada em abrigo extraoficial, cerca de 1.500 pessoas dormem em bancos, corredores e debaixo das marquises. Há apenas oito vasos sanitários. Banheiros não têm chuveiro.
Segundo Shirley Albino de Faria, 45, funcionária da paróquia, os alimentos foram obtidos de doações. "A prefeitura não está contribuindo com nada aqui, diz que os ex-moradores devem procurar os abrigos oficiais", disse.
Bichos também foram deixados para trás. Andréia, 23, doméstica, largou 20 galinhas, cinco cachorros, três gatos e três pássaros.

BAIRRO SITIADO
Sitiado, o Pinheirinho virou um bairro fantasma.

A PM diz que a previsão é que até a noite de hoje todos os moradores tenham retirado móveis e objetos. A demolição das mais de mil casas deve começar a seguir.
Ontem, um caminhão foi queimado e uma creche e uma padaria foram atingidas por coquetéis molotov.

O clima de tensão também atingiu o centro da cidade. De manhã, dezenas de lojas abaixaram as portas total ou parcialmente durante protesto de cerca de 200 pessoas contra a desocupação.

O fórum da cidade completa hoje duas semanas de restrição de acesso por temor de invasão. Só podem entrar juízes, funcionários, promotores, defensores e cidadãos que vão para audiências

O prefeito Eduardo Cury (PSDB) disse que o cadastramento apontou 925 famílias na área (2.856 pessoas).
Segundo ele, 250 famílias foram acolhidas nos abrigos da prefeitura (760 pessoas) e, destas, 147 pediram alojamento por tempo indeterminado -não têm para onde ir.

Segundo ele, as famílias passarão por triagem dos assistentes sociais.
O TJ disse, em nota, que a mobilização da PM e o comando dos policiais estiveram sob responsabilidade da presidência do tribunal.
O coronel Carlos Messias Mello, comandante da operação, afirmou que a PM não cometeu excessos. "Foi uma operação que deu certo", disse.

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Vídeo: "4 Massacre do Pinheirinho - Prisão de Guilherme (MTST), balas de pistola"

PM invade tenda onde se escondem idosos, mulheres e crianças, atravessam o "campo de concentração" e começam a espancar Guilherme Boulos, liderança do MTST que é então preso, ensanguentado. Durante ação, bombas são jogadas contra a população e policiais atiram balas de verdade, de pistola, em direção aos desalojados.
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"FST 2012: Boaventura de Sousa Santos repudia violência no Pinheirinho, em SP"
O sociólogo e professor português Boaventura de Sousa Santos repudia a violenta desocupação da comunidade do Pinheirinho, em São José dos Campos, SP, realizada neste domingo, 22pela polícia militar, a mando da justiça estadual. Segundo relatos dos habitantes da comunidade, pelo menos sete pessoas morreram no confronto com a tropa de choque da PM. Idealizador da Universidade Popular dos Movimentos Sociais, Boaventura está no Rio Grande do Sul para participar do Fórum Social Temático 2012.


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De:   Raquel Bencsik Montero raquelbencsik@ig.com.br
Assunto:    Pinheirinho

Ação violenta de governos tucanos para desocupar área deixou presos e feridos

Da Redação
Manifestantes e entidades sociais se mobilizaram em protesto contra a desocupação do bairro Pinheirinho, em São José dos Campos, ocorrida no domingo (22) com um aparato policial de 2 mil homens e que transformou o local em uma praça de guerra durante todo o dia e até à noite (leia nota abaixo). Nessa manhã de segunda-feira (23), o bairro continua cercado por policiais e máquinas começam a chegar ao local para a derrubada das casas, segundo o advogado dos moradores Antonio Donizete Ferreira, o Toninho. Os moradores estão sendo impedidos de entrar em suas casas até para pegar seus pertences.

Mais:

Convocatória para Plenária de Movimentos Sociais em apoio ao Pinheirinho
Desocupação em Pinheirinho é barrada por liminar da Justiça Federal
Desocupação do Pinheirinho: Prefeitura do PSDB prepara banho de sangue em São José dos Campos -SP

"Estão tirando os móveis das casas. Nós estamos tentando negociar que os moradores tirem seus móveis, mas não tem jeito. Tudo o que está sendo feito é anormal", afirma o advogado. Segundo ele, foi impetrado um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF) para conter a ação dos governos tucanos de Eduardo Cury, prefeito, e Geraldo Alckmin.

Guerra
Os números de feridos e presos na ação violenta de domingo (22) ainda são contraditórios. Segundo Toninho, os hospitais não dão informações, mas na imprensa local registra-se 10 feridos e 18 presos. "Estamos com dificuldades de informações sobre feridos. Nós temos informações até de morte, só que os hospitais não estão dando informações, só para a prefeitura", diz o advogado.
Ao longo da ação, policiais militares, incluindo da Tropa de Choque, dispararam tiros, bombas de gás lacrimogêneo e utilizaram dois helicópteros e blindado. A energia elétrica no bairro foi cortada até a noite.

Segundo o advogado, os moradores passaram a noite na rua, em igrejas, centros comunitários ou casas de parentes. "A população dos bairros vizinhos está ajudando, estão a favor dos moradores de Pinheirinho", conta Toninho.
Ainda na tarde de domingo, entidades sindicais e estudantes divulgaram nota de repúdio à ação coordenada pelo prefeito tucano Eduardo Cury e pelo governador Geraldo Alckmin. Em São Paulo, cerca de 500 manifestantes se reuniram na Avenida Paulista, em São Paulo, em apoio aos moradores.

A violência dos governos tucanos é questionada por advogados e militantes, já que havia uma liminar da Justiça Federal suspendendo a reintegração de posse. Além da liminar, o Governo Federal havia manifestado interesse em mediar o conflito. A ação dos tucanos atropelou as negociações e pegou a todos de surpresa, além de criar um problema judicial.
A ocupação do Pinheirinho era formada por 1.600 famílias. A ação dos governos tucanos começou às 6 horas da manhã, quando policiais militares, Tropa de Choque, helicópteros e um 'Caveirão' cercaram o bairro, cujas terras são de propriedade de Naji Nahas, preso por lavagem de dinheiro e crimes financeiros durante a operação Satiagraha.

Leia abaixo a nota de repúdio assinada por entidades sociais
Nota dos sindicatos e movimentos sociais contra a desocupação do Pinheirinho

"A ação da Polícia Militar do Estado de São Paulo, iniciada neste domingo, dia 22, na Ocupação Pinheirinho, em São José dos Campos, é o retrato da irresponsabilidade, truculência e covardia dos governos Geraldo Alckmin (PSDB) e Eduardo Cury (PSDB). Um efetivo de dois mil homens invadiu de surpresa a ocupação às 6 horas da manhã e mantém a área sitiada.

A ordem para a desocupação por parte dos governos estadual e municipal do PSDB e da Justiça Estadual vai contra todos os fatos e negociações dos últimos dias que avançavam para a suspensão da ordem de despejo e regularização da área. Também vai contra um acordo assinado pela própria Selecta, dona do terreno, que propôs a suspensão da reintegração por 15 dias.
Por fim, a ação a mando da juíza Márcia Loureiro é flagrantemente ilegal. A medida está desacatando e descumprindo uma decisão federal. Uma liminar expedida pela Justiça Federal, por volta das 8 horas da manhã deste domingo, reafirmou a decisão obtida pelos moradores na sexta-feira, dia 20, contra o despejo.
Por ordem do Tribunal Regional Federal (TRF), o juiz plantonista Samuel de Castro Barbosa Melo determinou que a Polícia Militar e a Guarda Civil de São José dos Campos suspendam a ação imediatamente. Contudo, a PM se nega a cumprir a ordem, num claro desacato a uma determinação federal.

Um novo recurso foi ajuizado no Supremo Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, pelos advogados dos moradores, para barrar o despejo.

Repressão e resistência

Um operativo de guerra está sendo utilizado contra cerca de duas mil famílias pobres, que vivem há oito anos no terreno. Com armas de fogo, bombas de gás lacrimogêneo, gás pimenta, helicópteros e carros blindados, a Tropa de Choque avançou sobre a população não só da ocupação, como dos bairros vizinhos.

Há vários feridos e pessoas detidas. Informações dos moradores da ocupação falam em mortos e pessoas desaparecidas. A Guarda Municipal usou balas letais contra a população. O advogado do movimento, Antonio Donizete Ferreira, o Toninho, e o presidente do Sindicato dos Condutores, José Carlos, foram feridos com tiros de bala de borracha e bombas de gás lacrimogêneo. Até crianças feridas foram atendidas em Unidades de Pronto Atendimento (UPA). Os fornecimentos de água, energia elétrica e telefone foram cortados na região.
A população de bairros vizinhos está revoltada com a ação da polícia realizada durante todo o dia. Nos bairros Residencial União e Campo dos Alemães, a população se rebelou atirando pedras contra os soldados. Tentaram derrubar as tendas armadas para colocar os moradores do Pinheirinho. Chegaram a derrubar as grades do Centro Poliesportivo do Campo dos Alemães, local para onde estão sendo levados os moradores para fazer a triagem. Revoltada, a população também incendiou veículos.

antis em solidariedade aos moradores do Pinheirinho ocuparam a Via Dutra, na altura do Km 154, por cerca de 1 hora e meia. Um protesto também foi organizado em frente à casa do prefeito Eduardo Cury (PSDB).

Houve ainda uma rebelião por parte das assistentes sociais convocadas pela Prefeitura. De 40 profissionais convocadas, apenas 18 se apresentaram, atrasando e inviabilizando a triagem e cadastramento de todas as famílias do Pinheirinho, que estão sem assistência social.

Solidariedade

A notícia dessa medida ilegal e violenta patrocinada pelos governos do PSDB, estadual e municipal, já se espalhou nacional e internacionalmente.
Nesse momento é preciso o apoio de toda a população. 

Agradecemos a solidariedade já demonstrada, principalmente pelos moradores vizinhos, sindicatos, movimentos sociais e estudantis. É preciso intensificar ainda mais as ações de solidariedade, com atos e manifestações em todo o país.

Uma grande manifestação está convocada para esta segunda-feira, dia 23, em São José dos Campos. Outros atos também já estão marcados em outras cidades e estados.

Exigimos do governador Geraldo Alckmin, chefe maior da Polícia Militar, e o prefeito Eduardo Cury que suspendam essa ação ilegal. Fazemos um apelo ainda à presidente Dilma que intervenha diretamente no conflito e impeça que mais vidas sejam alvo de violência e morte.

Entidades que assinam:
Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região
Sindicato dos Químicos de São José dos Campos e Região
Sindicato dos Trabalhadores na Alimentação de S.J.Campos e Região
Sindicato dos Petroleiros de S.J. Campos e Região
Sindicato dos Condutores de S.J. Campos e Região
Sindicato dos Vidreiros de S.J. Campos e Região
Sindicato dos Servidores Municipais de S.J.Campos e Região
Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil SJC e Região
Sindicato dos Servidores Municipais de Jacareí
Sindicato dos Correios do Vale do Paraíba e Litoral Norte - SINTECT-VP
Associação Democrática dos Metalúrgicos Aposentados e Pensionistas - ADMAP
Oposição Alternativa-APEOESP
Movimentos dos Médicos
CSP-CONLUTAS
CUT
Unidos para Lutar
Assembleia Nacional dos Estudantes Livre – ANEL
Organização de Jovens e Estudantes - OJE"

Fonte:




segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Encaminhamentos: Mauro Freitas , Caio e Raquel

De:     Mauro Freitas freimauro@yahoo.com.br

E os terrenos da Prefeitura se não forem limpos e com calçadas, quem vai cobrar a multa ???????


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de:   Caio Cristiano caiocristiano@yahoo.com.br
data: 23 de janeiro de 2012 09:48

Companheiros, de acordo com a Agência de Noticias das Favelas, 07 trabalhadores que lutavam pelo direto à moradia já foram mortos pela PM de SP no Pinheirinho. Há relatos também de mulheres grávidas e crianças feridas, e muitos companheiros presos. Para evitar que se divulguem as cenas da chacina a PM está recolhendo câmeras e celulares.

Agora a Dutra encontra-se paralisada nos arredores de São José dos Campos, como ação de solidariedade e denuncia contra a covardia praticada em conjunto pela PM, a justiça e o governo de SP. Temos que utilizar todas as mídias que temos acesso para divulgar essa barbárie e evitar uma chacina ainda maior.

Amanhã, segunda feira, dia 23 de Janeiro, haverá um grande ato em Solidariedade a Luta do Pinheirinho, a partir das 16h no Largo da Carioca.

Somos todos Pinheirinho!

Governador Alckmin e prefeito Cury (PSDB) descumprem ordem judicial e invadem o Pinheirinho
22/01/2012

Juíza de São José desrespeita ordem superior e determina a reintegração de posse

Duas pessoas morrem na operação da Polícia

A Polícia Militar desatou uma operação de guerra contra os moradores da Ocupação Pinheirinho, em São José dos Campos (SP).

Por determinação do Governador Geraldo Alckmin (PSDB), dois mil homens da PM invadiram a Ocupação Pinheirinho na madrugada, apesar da reintegração de posse estar suspensa por decisão da Justiça Federal.

 Os moradores foram brutalmente atacados, muita gente foi ferida e dezenas de moradores foram presos. Temos notícia de que  pelo menos duas pessoas mortas no ataque da Polícia, uma delas um jovem que passava nas proximidades da ocupação.

 Numa verdadeira carnificina, como numa operação de guerra, foram utilizados ainda efetivos da ROTA, da tropa de choque, da guarda municipal e dois helicópteros ÁGUIA na ação da Polícia.

 A população resiste e há conflitos ainda nos bairros próximos ao Pinheirinho.
 Manifestantes contrários à desocupação do Pinheirinho ocuparam a Rodovia Presidente Dutra, no km 154, sentido SP-Rio, em São José dos Campos (em frente à Johnson & Johnson). Cerca de 300 pessoas participam da manifestação. O trânsito permanece fechado.

 O advogado dos moradores, Toninho Ferreira, nos relata que a “a ação da Polícia é completamente irregular, uma ação covarde, pois a reintegração foi suspensa na sexta-feira (20)pela Justiça. Um oficial de Justiça compareceu aqui e foi solenemente ignorado pelos oficiais do comando da PM”.

A responsabilidade da ação, portanto, é do governador Geraldo Alckmin, do PSDB.
 Na verdade, os 2.000 homens armados que promovem a desocupação, estão a serviço dos especuladores imobiliários e do prefeito Cury, que governa para os ricos e poderosos, que chegou a dizer que a desocupação era necessária porque o terreno é muito valorizado e não é lugar de pobre morar.

 O membro da CSP-Conlutas,  Zé Maria,  se encontra no local e relatou os abusos da desocupação. “A ação da Polícia, na verdade de um bando armado a serviço do capital imobiliário, está sendo feita num domingo, em desrespeito a uma decisão da Justiça federal e não poderia ser executada. Esse precedente é muito grave, pois não vamos aceitar que o direito a moradia seja desrespeitado, ainda mais quando amparado por uma decisão, mesmo que provisória, da Justiça”, ressaltou.

 Para a CSP Conlutas a ação da polícia, em conluio com os governos estadual e municipal, demonstra, mais uma vez, os compromissos dos governos do PSDB com a burguesia desse país. Sequer o Poder Judiciário foi respeitado pelo governador, a quem cabe a decisão numa operação dessa envergadura.
 A resistência dos moradores é, portanto, legal e legítima.

 O Governo Federal declarou seu interesse em resolver o conflito pacificamente. A desapropriação do terreno pelo Ministério das Cidades é a medida necessária para que o direito à moradia seja assegurado à população do Pinheirinho.

 O governo Alckmin e a juíza que manteve a desocupação, mesmo com uma liminar  impedindo a execução da ordem de despejo, são os responsáveis pelas duas mortes e pelas centenas de pessoas feridas nesse verdadeiro massacre promovido pelas forças repressoras do estado.

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Cerca de 500 pessoas participaram de mais um manifesto a favor dos animais em Ribeirão Preto. Um sucesso de público em Ribeirão (veja os vídeos, as fotos e as notícias abaixo).

Entre ong´s, simpatizantes, ativistas e imprensa até um porco marcou presença (foto). Em várias outras cidades do Brasil, dos Estados Unidos e da Inglaterra, o evento acontecia simultaneamente.

No Rio de Janeiro, na praia de Copacabana o manifesto reuniu aproximadamente 5 cinco mil pessoas.O objetivo desse manifesto em todos os lugares em que aconteceu, foi colher assinaturas para um projeto de lei que aumente a pena dos culpados por maus tratos contra os animais, além de contribuir para manter atual o assunto “direito dos animais” e chamar mais uma vez a atenção das pessoas e do Poder Púbico para o tema.

Atualmente a pena para quem maltrata animais é de 3 meses a 1 ano de detenção e multa. No entanto, por vezes a pena de detenção se transforma em doação de cestas básicas a entidades sociais e a conscientização para os cuidados com os animais, por sua vez, fica sem lugar nas sanções criminais, fazendo com que novos casos de maus tratos ocorram.

Uma petição pública virtual para colher assinaturas para o projeto de lei também será feita e em breve divulgada e o Manifesto “Crueldade nunca mais” pode ser acessado no site www.crueldadenuncamais.com.br


É isso ai pessoal, cada vez mais participação na causa coletiva, esse é o espírito!

Abraços,

Raquel Bencsik Montero

http://www.jornaldaclube.com.br/videos/4174/manifestaÇÃo-crueldade-nunca-mais

http://eptv.globo.com/emc/VID,0,1,53934;3,manifestacao+contra+a+crueldade+com+animais+lota+praca+em+ribeirao.aspx
  
Objetivo é aumentar a pena para agressores. É preciso recolher 1,5 milhão de assinaturas.

22/01/2012 - 11:00
Da redação

Aproximadamente 500 pessoas participaram neste domingo (22) do movimento “Crueldade Nunca Mais” em Ribeirão Preto. A iniciativa, organizada por ONGs de proteção animal e simpatizantes, ocorreu em diversas cidades brasileiras.

O objetivo do protesto foi chamar a atenção para a impunidade em alguns casos de maus-tratos e elaborar um projeto de lei de iniciativa popular para aumentar a pena para quem comete alguma agressão. Para que a petição oficial do movimento seja elaborada é preciso que até o mês de abril sejam recolhidas 1,5 milhão de assinaturas em todo país.

Fonte:

http://eptv.globo.com/ribeiraopreto/noticias/NOT,2,2,389820,Manifestacao+reune+500+pessoas+passeata++crueldade+animal+Ribeirao+Preto.aspx

Veja as fotos da manifestação  






Domingo, 22 de Janeiro de 2012 - 15h13

Ato pelo fim da violência a animais reúne 200 em Ribeirão

Participantes foram chamados pelo Facebook; objetivo é conseguir mudanças na legislação que trata do tema

Mariana Lucera
Foto: Matheus Urenha / 
A CidadeParticipantes se concentraram na esplanada do Pedro II
O movimento "Crueldade Nunca mais", realizado neste domingo (22) em todo o Brasil, reuniu cerca de 200 pessoas em frente à esplanada do Teatro Pedro II, em Ribeirão Preto. A maioria dos participantes ficou sabendo do ato por meio do Facebook.
Viviane Alexandra, que é a responsável pelo movimento em Ribeirão, diz que o objetivo é conseguir mudar a legislação brasileira que trata do tema. "Hoje, a lei é branda para quem maltrata animais. De janeiro a abril, as ONGs de todo o país vão se reunir para elaborar um aumento na pena contra quem maltrata animais", explica.

A dona de casa Ana Maria Orlando de Paula, 57 anos, participou da manifestação deste domingo. Ela é uma das pessoas que resgata animais vítimas de maus tratos da rua. "Tenho 11 gatos e três cachorros em casa, sempre que eu vejo alguém maltratando ou machucado eu pego para cuidar, vou fazer o quê? Eu goto e tenho pena", diz.

Carolina Rondi Noni, 35 anos, e a mãe Sônia Maria Rondi Noni, 59 anos, também ficaram sabendo da manifestação pelo Facebook e resolveram participar. "É um absurdo tudo o que tem sido mostrado de crueldade. Nós, que temos cachorro e outros animais e gostamos, nos sentimos revoltadas", diz Carolina.

Bicharada


Mesmo com a orientação da organização do evento de não levar animais, muita gente compareceu com o melhor amigo ao lado. Entre os vira-latas e os cães de raça, quem roubou mesmo a cena foi a porca Esperança, da adolescente Beatriz Aparecida Batista da Silva, 14 anos. Ela veio do bairro Aeroporto até o Centro da cidade em uma coleira.
"Cuido dela desde os cinco meses. Quando a mãe dela morreu, dei leite na mamadeira e ela vive dentro de casa, sobe na cama, derruba tudo. É igual cachorro", conta Beatriz.
O movimento "Crueldade Nunca Mais" foi criado no Facebook depois da recente divulgação via internet de animais sendo maltratados por donos. Batatais e Sertãozinho também tiveram manifestações contra a violência animal. Ao todo, 156 cidades brasileiras participaram do movimento, além de cidades nos Estados Unidos e na Inglaterra, que também se reuniram para protestar.

Fonte:
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Raquel Bencsik Montero
---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Instituto Nina Rosa <institutoninarosa@yahoo.com.br>
Data: 23 de janeiro de 2012 15:39
Assunto: [INR] Valeu!

Amigos dos animais,
a força da união pode fazer toda a diferença, e foi isso que vimos ontem.
Parabéns a todos nós, amigos dos animais de todo o Brasil.
Que possamos utilizar essa mesma força de vontade para determinar o fim de outras atrocidades, como o  assassinato de animais para consumo humano e todas as outras formas de exploração a que esses nossos irmãos do reino animal são submetidos.
Gratidão!

Nina Rosa

Crueldade Nunca Mais.com.br

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fonte: www.ogritodosbichos.com.br

Videos:

Blumenau - SC 
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São Paulo - SP
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